O sétimo invasor

Fonte da imagem: Guilherme Briggs (DeviantART)
Um homem estava andando de carro, então um veado aparece na estrada, ele se distrai e bate o carro. Eu não sabia sobre esse acidente, mas esse acidente iria mudar a minha vida e tudo o que eu acreditava.
Meu nome é Lara, sou uma mulher, cabelo loiro, cabelo cumprido na altura do ombro, tenho uma filha de doze anos, ela tem cabelo cumprido e loiro, nós dois temos olhos azuis ela se chama Hana.
Na noite de hoje, sete homens vão invadir a minha casa, mas sô um deles é especial.
Eu estava esperando a minha amiga Rachel, iríamos ter uma noite sô de garotas, então escuto a campainha.
- Quem é? - Eu digo isso.
- Sou eu a Rachel - Disse a Rachel.
Abro a porta, ela tem cabelo preto, o cabelo dela é cumprido na altura dos ombros.
- Oi amiga tudo bem?
- Tudo - disse a Rachel.
- Onde está Hana?
- Ela está dormindo.
- Ok, então não vamos incomodar ela, você tem o vinho.
- Tenho.
- Essa vai ser uma noite boa.
Nós duas sentamos no sofá, estávamos bebendo vinho.
- Como está a vida de solteira? - Disse a Rachel.
- Está sendo difícil.
- Se ele tivesse aqui eu iria bater nele e muito.
- Não acredito que ele fez isso comigo.
- Justo com a secretaria.
- O antigo clichê.
- É mesmo.
- Estou feliz me divorciando daquele merda.
- Você vai encontrar alguém melhor.
- Espero que você esteja certo.
- Você é uma ótima mulher qualquer homem queria ficar com você.
- Espero que você tenha razão.
Vi uma sombra passando na janela.
- Eu vi alguma coisa.
- O que foi? - Disse a Rachel.
- Acho que vi alguém lá fora.
- Deixa de brincadeira Lara - Disse a Rachel.
- Não estou brincando.
Nós duas levantamos, fomos ver se realmente tinha alguém lá fora ou se estávamos vendo coisas. De novo a gente viu uma sombra passando.
- Ou droga eu vi alguém - Disse a Rachel.
- O que vamos fazer?
- Nós temos que chamar a policia.
Nós duas tentamos ligar para a policia, mas por algum motivo nós não estávamos conseguindo de tudo, ficava tentando de novo e de novo, mas todos os meus esforços pareciam inúteis.
- Não estou conseguindo fazer nenhuma ligação e você teve sorte?
- Não, infelizmente.
- Droga! Eu aposto que é um bando de pervertidos.
- Tomara que nenhum deles entre na minha casa.
- O que a gente deve fazer?
- Nos esconder.
- Boa ideia.
- Nós temos que ir para a Hana.
Nós duas estávamos indo devagar em direção para o quarto da minha filha, espero que seja lá que esteja do lado de fora, fique do lado de fora, mas não quero arriscar a vida da minha filha caso eles entrem na minha casa.
Ficávamos olhando para os lados, para ver se víamos alguém entrando na casa, mas graças a deus até agora ninguém tinha entrando. Então chegamos no quarto da minha filha.
- Querida, querida...
- Mãe - disse a Hana.
- Desculpe, mas você tem que acordar.
- Por quê?
- Pode não ser para nada, mas é melhor a gente evitar o pior.
Como nenhum deles entrou na minha casa ainda, não quero assustar ela por nenhum motivo, não queria falar da provável situação que a gente está enfrentando, por isso não queria contar tudo para ela.
- Ok - disse a Hana.
A minha filha se levanta.
- Agora vamos esperar - disse a Rachel.
- Pelo quê? - Eu disse isso.
- Se nada acontecer...
Ouvimos um vidro se quebrando.
- Merda! - Disse a Rachel.
- Língua - Eu disse isso.
- Sério?! - Disse a Rachel.
- A minha filha está te ouvindo.
- Acho que hoje você vai ter outras coisas para se preocupar, um palavrão vai ser a coisa menos problemática do dia.
- Mesmo assim.
- Me diga você ainda tem a arma no quarto?
- Tenho.
- Devemos ir para o quarto.
Eu abri com cuidado a porta, vi que não tinha ninguém no corredor, então fui andando devagar para o quarto.
- Parem - disse um dos invasores.
Imediatamente nós paramos então ele foi mirar o revolver dele na minha cara, ele tinha uma mascara de esqui, luvas pretas, uma roupa normal.
- Por favor, não façam nada com a gente.
- Você está brincando?! - Disse o invasor.
- O que foi?
- Nós viemos no divertir com vocês duas.
- Deixe a minha filha ir para o quarto dela em paz.
Apareceu outro invasor.
- Nós vamos precisar da sua filha para garantir que vocês se comportem.
- Não!
O outro apontou a arma, para a minha filha, estava levando ela para o quarto da Hana.
- Por favor, não façam nada com ela.
Ele estava passando o revolver nos meus peitos.
- Tudo vai depender se você se comportar - disse o invasor.
- Ok, faço tudo que você quiser sô não machuque a minha filha.
- Quem é você? - Disse o invasor que estava no quarto da minha filha.
O invasor simplesmente foi jogado do quarto dela, ele bateu na parede, ficou no chão inconsciente.
- O que você dar para a sua filha? - Disse o invasor.
- Tenho certeza absoluta de que isso não foi a minha filha.
Uma arma foi jogada na parede, ela rebateu nela e bateu na cabeça do invasor que estava comigo e deixando inconsciente.
Fui ver o que foi jogado nele, era uma arma amassada. Notei que um dos invasores está inconsciente peguei a arma dele, fui ver quantas balas tinham, então fui junto com a Rachel, para o quarto da Hana.
Entrei no quarto.
- Hana, sou eu filhinha - Eu disse isso.
- Mãe - Disse a Hana, revelando a cabeça de baixo da cama.
- Haninha, não foi você jogou aquele homem, foi? - Disse Rachel.
- Não.
- Você viu quem foi?
- Sim, foi outro homem.
- O que ele queria? - Eu perguntei isso para a minha filha.
- Ele disse que iria cuidas dos outros homens maus.
- Cuidar deles?!
Vi por um momento a cabeça do homem inconsciente, depois vi ele desaparecendo por que estava sendo arrastado.
- Quem é você? - Disse um dos invasores.
Quando coloquei a minha cabeça para fora do corredor, vi que não tinha ninguém, nenhum dos invasores.
- O que está acontecendo?
- Eu acho que tem mais alguém na casa que está disposto a nos ajudar - Disse a Rachel.
- Eu não sei se eu posso confiar totalmente nesse outro invasor.
- Temos que nos defender de qualquer um.
- Agora tem uma coisa que está me intrigando.
- O quê?
- A arma estava amassada, como ele amassou a arma?
- Com super força - Disse o invasor.
Vi para ele tinha, luvas, botas, uma mascara de pano vermelho, uma faixa vermelha na cintura, um desenho de um dragão vermelho no peito, quando eu ia gritar, ele colocou a mão na minha boca.
- Cuidado ao gritar os outros podem localizar você - Disse o invasor mascarado.
- Quem é você? - Disse isso para ele.
- Me chamam de dragão vermelho, sou conhecido no meu país como uma espécie de super-herói.
- Que país seria esse?
- Brasil.
- Antes eu queria fazer uma pergunta, você tem algum namorado ou é casada com algum homem.
Isso me deixou com raiva, ele estava dando em cima de mim.
- Vá à merda!
- Língua - disse a Rachel.
- Desculpe filha! Como você dar uma cantada em mim.
- Desculpe! Eu não fui muito claro, no que eu queria dizer, sô quero saber se todas as pessoas que moram aqui estão nesse quarto, não quero bater em um marido seu ou namorado ou coisa do tipo - Disse o dragão vermelho.
Todas as pessoas que moram aqui estão aqui, a amiga Rachel ela não mora, aqui mas pelo menos ela é uma convidada.
- Vocês conseguiram ligar para a policia?
- Não, nenhumas de nós conseguiram.
- Deve ter algum bloqueador de sinal, preste atenção nos celulares, eu vou achar o que está bloqueando o sinal, fiquem atentas para ver se o sinal é liberado.
- Enquanto você vai e nós mulheres indefesas, ficamos aqui esperando você.
- Entenda uma coisa, eu salvo qualquer um não importando o sexo na pessoa, se eu salvar-se sô mulheres, eu seria um péssimo herói.
Escuto algo olho para a porta, quando olho de novo para o dragão vermelho, ele simplesmente desapareceu.
- Hana, aquele foi o homem que te salvou? - Disse a Rachel.
- Sim - Disse a Hana.
- Acho que nós devíamos confiar no cara do dragão.
- Eu não sei sobre isso.
- Você quer arriscar com eles.
- Filha tape os ouvidos.
A Hana tapou os ouvidos.
- Nenhum homem é um santo, você sabe muito bem o que ele quer.
- Eu acho um preço pequeno a se pagar - Disse a Rachel.
- Eu não abro as pernas para qualquer um.
- Ok, eu abro, para não ser morta.
- Ainda acho que tudo isso pode ser planejado.
- Você está me dizendo, que ele planejou isso, sô para pegar nós duas.
- Basicamente.
- Queria muito a internet de volta.
- No que isso ajudaria?!
- Para saber se ele estava dizendo verdade.
- Tem razão.
- E se a internet voltar, provavelmente significa que a gente pode ligar para policia.
- Espero que você tenha razão sobre ele.
Ouvimos um grande barulho, de alguém destruindo algo.
- O que foi isso? - Disse Rachel.
- Será que foi...
Verifico o meu celular, vejo que ele estava com sinal, vi que tinha voltado o sinal, então imediatamente liguei para a policia, expliquei a nossa situação, ele disserem que já estão mandando viatura a caminho.
Então aparece o invasor, por sorte a minha filha estava escondida de baixo da cama. O invasor com uma marcara de esqui e roupa normal, apontou a arma para gente.
- Quero vocês duas fora do quarto - disse o invasor.
- Certo sô não atira na gente.
- Então saiam rápido do quarto.
Eu tinha guardado o revolver, atrás de mim, se apoiando na calça. Então eu e a Rachel estávamos saindo do quarto, estávamos de cabeças baixas, então nós vimos uma sombra atrás do invasor, quando nós levantamos a cabeça notamos que era o dragão vermelho.
Ele coloca a mão na frente do Revolver do invasor, dar uma cotovelada do rosto da pessoa, quando arma caiu no chão ficou dando vários socos, nele, depois tirou a mascara dele, colocou na boca do bandido, depois pegou o revolver e o amassou.
- Foi você que jogou a arma na cabeça do invasor, enquanto a gente estava no corredor?
- Sim - disse o Dragão vermelho.
- Como você tinha certeza que você não ia acertar a gente.
- É meio complicado de explicar, mas eu posso sentir o ki de todas as pessoas, consigo saber onde as pessoas estão sem precisar vê-las, foi assim que consegui acertar ele e não vocês, mas retrospecto eu não devia ter feito isso, normalmente a minha mira não é muito boa, por isso eu não carrego nenhum tipo de arma de longa distancia.
- Deixe-me advinha, os seus punhos é a sua arma?!
- Correta.
O invasor que estava caindo no chão tenta se mexer, mas não o conseguia nem seque estava amarrado.
- O que está havendo com ele?
- É que eu bati nos pontos vitais dele, conhecendo os pontos vitais, você pode paralisar a pessoa sem precisar amarra ela.
- Entendo... Parabéns por destruir o que estava bloqueando o sinal!
- Gostaria que você fosse para o quarto da sua menina.
- Por quê?
- Até eu cuidar deles, o quarto da menina vai ser o local mais seguro da casa.
- Me diga quantos são no total.
- Pelo que eu pude notar no total nessa casa tem seis invasores no total.
- Isso incluindo você.
- O quê?
- Isso inclui você ou você é sétimo invasor - Aponto o revolver na cabeça dele.
- Seu merda!
Deu um chute na barriga dele.
- A policia está vindo, tenho que ir e não se preocupe nenhum deles vai se mexer, quando puderem se mexer eles já vão está na cadeia - Disse o Dragão vermelho depois foi correndo para a porta, saindo da casa.
Então a policia chegou levando todos eles. De novo sô a gente estava sozinha em casa, então coloquei a minha filha de volta na cama, então voltamos a beber o vinho.
Então ouvimos uma campainha, fui atender era o Dragão vermelho, sô que estava com uma roupa normal tinha com ele um sacola, suponho que seja, aí que ele coloca o uniforme, pelo que eu me lembre de ele se chama, Daniel Devascos.
- Oi - Disse o Daniel.
- Oi.
- Acontece que eu ainda preciso da carona.
- Entra na casa.
Abro a porta, ele tinha entrando, então eu pensei que se foda, eu o beijei na boca. Então no outro dia acordamos na cama, eu a Rachel e o Daniel, nós nos levantamos colocamos as nossas roupas. Mais tarde levei ele para a casa do amigo, quando vejo ele entrando na casa do amigo, foi a ultima vez que vi o sétimo invasor e o único herói.
Fim.
Comentários
Postar um comentário