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A Guerra Dentro da Minha Cabeça

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Surfista do Espaço

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 2 — DEBAIXO DA CIDADE

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 A palavra ainda ecoava na cabeça de Daniel quando as luzes do laboratório voltaram a piscar. — Finalmente... Ele permaneceu imóvel. Não sabia se realmente tinha ouvido aquela voz ou se o som havia sido produzido pela vibração das paredes. Talvez fosse apenas sua mente tentando transformar o medo em alguma coisa compreensível. Mas havia uma coisa da qual tinha certeza. O sinal subterrâneo continuava se movendo. Daniel correu até o computador reserva e ligou o sistema manualmente. A tela demorou alguns segundos para responder. Quando finalmente acendeu, dezenas de linhas apareceram. Ele ampliou os dados. Os sensores registravam atividade em vários pontos abaixo da cidade. Não eram ondas sísmicas normais. Daniel conhecia terremotos. Havia estudado o comportamento de falhas geológicas durante anos. Um terremoto começava em uma região e suas ondas se espalhavam. Aquilo era diferente. Os pulsos apareciam em sequência. Como se algo estivesse transmitindo sinais. Daniel abriu o histórico....

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 33

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O Hamster Policial

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A Cidade que não Dorme

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A Cidade de Cabeça Para Baixo

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 2 — A COLÔNIA

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 Rafael não conseguiu reconhecer a mulher imediatamente. A figura cambaleava entre os automóveis destruídos, deixando pequenas manchas de sangue no asfalto. A roupa estava rasgada, o cabelo grudava no rosto sujo e uma das mãos apertava um objeto metálico contra o peito. Atrás dela, a neblina se movimentava de maneira estranha, como se alguma coisa enorme estivesse atravessando lentamente a avenida. — Rafael! — gritou a mulher novamente. Ele se aproximou da abertura da barricada. — Quem é você? A mulher ergueu a cabeça. Por um instante, seus olhos se encontraram. — Sou eu! Lívia! Rafael sentiu o coração disparar. Conhecia aquela mulher. Lívia era uma das melhores caçadoras do Refúgio, uma sobrevivente que conseguia atravessar bairros inteiros sem deixar rastros. Havia desaparecido quatro dias antes, durante uma expedição ao norte da cidade. Todos acreditavam que estivesse morta. — Abram a porta! — ordenou Rafael. Álvaro segurou seu braço. — Está maluco? Tem alguma coisa atrás dela! ...

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VENTO CORTANTE: parte: 62

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O Camaleão na Festa

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Quando o Rei Vier

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Os Caminhantes das Paredes

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 1 — O PRIMEIRO ABALO

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 Às 2h17 da madrugada, a pequena cidade de Santa Aurora foi acordada por um estrondo que parecia ter vindo do próprio céu. Não houve aviso. Nenhuma tempestade se aproximava. Não havia previsão de terremoto. O rádio meteorológico permanecia silencioso, e os sensores instalados na região não haviam registrado qualquer atividade incomum nas horas anteriores. Mesmo assim, durante alguns segundos, toda a cidade tremeu. Primeiro, foram as janelas. Vidros vibraram dentro de suas molduras. Copos sobre mesas começaram a tilintar. Portas bateram sozinhas. Objetos pequenos caíram das prateleiras. Depois, veio o chão. As casas balançaram como se estivessem sobre ondas. Telhas deslizaram dos telhados. Um poste de iluminação caiu na Avenida Central, espalhando faíscas pelo asfalto. Alarmes de carros dispararam simultaneamente, enchendo a madrugada com uma mistura ensurdecedora de sirenes. E então tudo parou. O silêncio que veio depois foi ainda mais assustador. Por quase vinte segundos, ninguém ...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 32

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O Tubarão no Escritório

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Sobreviventes de Carcosa

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O Guardião da Terra

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 1 — O MUNDO DEPOIS

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                                                                             O mundo havia acabado há três anos, sete meses e doze dias. Rafael sabia disso porque ainda carregava no pulso um relógio digital que havia parado de funcionar no dia em que as primeiras criaturas apareceram. A tela permanecia rachada, congelada às 14h37, mas ele continuava olhando para ela todas as manhãs, como se aquele pequeno objeto fosse capaz de lembrá-lo de que existira uma época em que o tempo tinha importância. Naquela época, as pessoas se preocupavam com contas, empregos, trânsito e outras coisas que agora pareciam absurdas. Havia supermercados cheios, hospitais funcionando, escolas barulhentas e crianças brincando nas calçadas. Os aviões cruzavam os céus, os celulares tocavam sem parar e ninguém precisava olh...