A antiga estrutura continuava despertando. Milhões de pequenos pontos de luz percorriam seus anéis metálicos, formando caminhos que pareciam se estender para além do espaço conhecido. As frotas aliadas permaneciam próximas, mantendo distância da gigantesca porta que havia começado a emitir sinais. Atlas observava tudo em silêncio. Ao redor dele, humanos, Arkhari, Eryonianos e representantes de outras civilizações aguardavam uma decisão. A guerra continuava. Mas, pela primeira vez desde que a humanidade havia encontrado vida inteligente além da Terra, todos compreendiam que precisavam construir algo diferente de uma simples força militar. Precisavam construir uma nova geração de Guardiões. — Quantos androides ainda temos? — perguntou Atlas. A comandante Helena consultou os registros. — Onze mil quatrocentos e vinte unidades operacionais. Atlas ficou alguns segundos em silêncio. — E quantos estão em recuperação? — Quase três mil. — Quantos podem voltar ao combate? — Ainda não sabemo...