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A Árvore da Magia

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 11 — O PRIMEIRO CONDUTOR

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 Ninguém se moveu. A marca vermelha continuava brilhando na parte externa da muralha, lançando uma luz fraca sobre as pedras e os pedaços de metal que haviam sido usados para reforçar a estrutura. Rafael mantinha a arma apontada para a escuridão. Ao lado dele, Lívia segurava o rifle com as duas mãos. Augusto havia ordenado que todos permanecessem em silêncio, mas o silêncio era impossível. Crianças choravam dentro das casas. Pessoas sussurravam atrás das barricadas. Alguns moradores se apertavam uns contra os outros, tentando enxergar alguma coisa através das frestas. Samuel continuava olhando para o símbolo. — Não é Helena — murmurou. Rafael virou-se. — Como sabe? — Porque ela não faria isso. — Você acabou de dizer que a voz veio daqui. — Eu disse que parecia a voz dela. — Então quem está falando? Samuel não respondeu. Um som pesado surgiu do outro lado da muralha. Tum. Todos estremeceram. Tum. O chão vibrou. Rafael ergueu a arma. — Todo mundo para trás! Mais um passo. Tum. As árv...

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VENTO CORTANTE: parte: 70

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O Robô no Salão de Dança

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Não Olhe Para Trás

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Ele Está Atrás de Mim

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 8 — O PADRÃO

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 A estrada desapareceu atrás deles. A explosão levantou uma parede de terra, pedras e poeira que cobriu os veículos do comboio. O motorista perdeu o controle por alguns segundos, e o caminhão militar derrapou para o acostamento. Daniel bateu contra a lateral. — Segura! Helena agarrou o painel. Outro impacto veio de baixo. O veículo inteiro saltou. Por um instante, parecia que alguma coisa estava tentando atravessá-lo. Então tudo parou. O motorista recuperou o controle. — Continuem! — gritou Helena. — Não parem! Os veículos aceleraram. Atrás deles, a estrada estava completamente destruída. Mas a criatura não apareceu. Daniel olhou pelo vidro traseiro. A poeira começava a baixar. Havia apenas uma enorme rachadura atravessando o asfalto. — Ela sumiu. Helena estava olhando para um equipamento portátil. — Não. — O quê? — Ainda está aqui. Daniel olhou para a tela. Uma linha irregular se movia lentamente. — Onde? Helena virou o equipamento. — Debaixo de nós. Um silêncio tomou conta do veí...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 39

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O Leão no Karaokê

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O Homem Entre as Árvores

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A Floresta Sem Saída

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 10 — A VOLTA AO REFÚGIO

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O carro permaneceu parado durante alguns segundos no meio da estrada. Rafael segurava o volante com tanta força que os dedos começavam a doer. À frente, a estrada parecia vazia. Atrás deles, entre as árvores, dezenas de olhos vermelhos permaneciam imóveis. Nenhuma criatura avançava. Nenhuma emitia som. Era como se todas estivessem esperando. Esperando por ele. — Temos que ir embora — disse Lívia. Rafael olhou para Samuel. — Você consegue fazer alguma coisa com esse aparelho? — Talvez. — Talvez não é uma resposta. Samuel apertou o dispositivo contra o peito. — Se eu tentar interferir no sinal, posso chamar a atenção delas. — E se não fizer nada? — Elas continuarão seguindo você. Davi engoliu em seco. — Então faça alguma coisa. Samuel olhou para o garoto. Depois para Rafael. — Ligue o carro. Rafael não precisou ouvir duas vezes. Girou a chave. O motor demorou alguns segundos para responder. O veículo tremeu, tossiu e finalmente voltou a funcionar. Assim que os faróis acenderam, os olhos ...

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VENTO CORTANTE: parte: 69

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ANÚBIS CAMINHA ENTRE OS MORTAIS

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O Coelho no Banco

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Não Desafie o Deus do Mar

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A Criatura das Profundezas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 7 — A FUGA

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 A cidade começou a tremer antes mesmo que Daniel conseguisse entender o significado da mensagem. A PRIMEIRA BARREIRA CAIU. As palavras permaneciam na tela do celular, brilhando por alguns segundos. Então desapareceram. Todos os aparelhos ao redor fizeram o mesmo. Um após o outro, as mensagens sumiram. Daniel ergueu os olhos. As pessoas na rua gritavam. Carros tentavam deixar a região ao mesmo tempo, presos em congestionamentos que se espalhavam por quilômetros. Sirenes cortavam o ar. Helicópteros sobrevoavam os prédios. E então veio o segundo tremor. Mais forte. Um poste caiu. Vidros se quebraram em vários edifícios. — Todo mundo para longe das construções! — gritou um policial. Helena segurou o braço de Daniel. — Precisamos sair daqui. — Para onde? — Qualquer lugar longe da cidade. Ricardo apareceu carregando uma mochila. — Conseguiram organizar um comboio. Daniel olhou para ele. — Quem? — Defesa Civil. Eles estão retirando os sobreviventes para uma área militar a cinquenta quilô...

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