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Surfando no Mar Selvagem

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 4 — O MUNDO DESCOBRE

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 Às 8h03 da manhã, ninguém mais conseguia esconder o que estava acontecendo. Durante quase seis horas, autoridades haviam tentado controlar as informações. Chamaram os acontecimentos de terremotos. Depois falaram em deslizamentos subterrâneos. Em seguida, disseram que animais desconhecidos poderiam ter escapado de alguma instalação. Nenhuma explicação durou muito. Porque existiam vídeos. Centenas deles. Talvez milhares. Pessoas haviam filmado as criaturas com celulares, câmeras de segurança, drones e equipamentos instalados em veículos. Alguns vídeos mostravam a primeira criatura destruindo a zona industrial de Vale do Norte. Outros registravam os tanques disparando contra ela. Um deles mostrava claramente os projéteis atingindo o monstro e explodindo sobre seu corpo sem conseguir derrubá-lo. Outro mostrava a segunda criatura surgindo atrás das tropas. Esse vídeo durava apenas vinte e sete segundos. Mas foi suficiente para mudar o mundo. A gravação começava com soldados correndo. A...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 35

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Chuva de Fogo

  Listen on Suno

A Onda dos Tubarões

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 5 — O SOBREVIVENTE

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 O som das três luzes vermelhas acendendo no fundo da passagem fez Rafael sentir o sangue gelar. A máquina metálica avançava lentamente pelo corredor inferior do hospital, suas rodas esmagando os cacos de vidro espalhados pelo chão. Cada movimento era acompanhado por um ruído mecânico, como se engrenagens enferrujadas estivessem girando dentro de seu corpo. — Não se mexam — sussurrou o homem de uniforme hospitalar. Rafael manteve a espingarda apontada para o chão, mas seus dedos apertaram o cabo da arma. — Você disse que o hospital não estava vazio. O que é aquela coisa? O homem olhou para a escada. — Uma das razões pelas quais continuo vivo. Lívia ergueu o rifle. — Isso não responde à pergunta. — Não temos tempo para perguntas! A máquina parou. As três luzes vermelhas se fixaram nos quatro sobreviventes. Um zumbido eletrônico percorreu o corredor, aumentando de intensidade até fazer os vidros quebrados vibrarem sobre o chão. Davi se aproximou de Rafael. — É igual àquela coisa que ...

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VENTO CORTANTE: parte: 65

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Quando os Mortos Cantam

Listen on Suno

O Caçador das Estrelas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 3 — A SEGUNDA CRIATURA

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 Às 6h02 da manhã, a cidade de Vale do Norte recebeu o primeiro alerta. No início, ninguém levou a mensagem a sério. Era apenas uma notificação emergencial nos telefones celulares, enviada pelo sistema estadual de proteção civil. ATENÇÃO: EVITE DESLOCAMENTOS. PERMANEÇA EM LOCAL SEGURO. Nenhuma explicação. Nenhuma referência a terremotos. Nenhuma menção às imagens que já começavam a circular clandestinamente pela internet. As pessoas saíram de suas casas e foram trabalhar. Ônibus começaram a circular. Padarias abriram. Crianças caminhavam para as escolas. Vale do Norte ficava a quase cento e cinquenta quilômetros de Santa Aurora e, até aquela manhã, era conhecida como uma cidade industrial tranquila. Tinha pouco mais de cem mil habitantes. Era maior que Santa Aurora e possuía uma extensa zona industrial, uma estação ferroviária, um aeroporto regional e uma importante rodovia que ligava várias cidades. Às 6h11, os primeiros cães começaram a latir. Às 6h13, os pássaros abandonaram as ...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 34

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O Super-Herói Atrapalhado

@albertofontes07 O Super-Herói Atrapalhado ♬ som original - albertofontes07

O Último Soldado

Listen on Suno

Perseguição ao Tubarão Espacial

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 4 — A EXPEDIÇÃO

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 A máquina metálica avançou mais um metro pelo túnel. Rafael ergueu a espingarda, apontando para as três luzes vermelhas que brilhavam no centro da estrutura. Ao seu lado, Lívia segurava uma barra de ferro, enquanto os sobreviventes que ainda estavam no corredor recuavam em direção à escadaria. O ruído das rodas sobre os trilhos aumentava a cada segundo. — Que diabo é isso? — perguntou um dos homens. Ninguém respondeu. A máquina tinha aproximadamente quatro metros de altura, um corpo retangular coberto por placas de metal e seis rodas articuladas. Cabos grossos pendiam de suas laterais, arrastando-se pelo chão. Na parte superior, um conjunto de tubos girava lentamente, procurando alguma coisa. Rafael percebeu marcas semelhantes às encontradas nas criaturas mortas. Símbolos geométricos estavam gravados na carcaça, formando linhas que se iluminavam em intervalos regulares. — Todo mundo para trás! — gritou Lívia. A máquina parou. As três luzes vermelhas se voltaram para Rafael. Um ruí...