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O Fantasma da Estrada Sombria

 

A Última Defesa da Terra: CAPÍTULO 45 — O Silêncio Depois da Guerra

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 A Terra finalmente conheceu o silêncio. Depois de tantos meses de batalhas, explosões e transmissões de emergência, o céu parecia estranho quando não havia naves inimigas cruzando as nuvens. As cidades ainda estavam marcadas pela guerra. Prédios inteiros permaneciam reduzidos a estruturas quebradas. Estradas haviam desaparecido sob crateras. Regiões costeiras estavam parcialmente inundadas. Grandes áreas industriais tinham sido destruídas durante os primeiros ataques. Mas havia vida. Pessoas caminhavam pelas ruas. Equipes de resgate removiam destroços. Crianças voltavam a frequentar escolas improvisadas. Hospitais funcionavam em antigos centros subterrâneos. E, pela primeira vez em muito tempo, ninguém precisava correr para um abrigo ao ouvir um ruído no céu. A guerra havia terminado. Pelo menos era isso que todos queriam acreditar. No antigo centro de comando da resistência, Helena observava uma enorme projeção da Terra. As áreas vermelhas representavam regiões dest...

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VENTO CORTANTE: parte: 45

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O Leão no Supermercado

@albertofontes07 O Leão no Supermercado ♬ som original - albertofontes07

A Lula Gigante na Praia

Listen on Suno

Ela Surgiu do Mar

 

A Guerra de Éterion: CAPÍTULO 48 — O Abismo Azul

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  As estrelas desapareceram. Durante alguns segundos, ninguém conseguiu compreender o que estava acontecendo. Não era uma tempestade. Não era um eclipse. Não era uma falha nos sensores. As estrelas simplesmente deixaram de existir. Ou, pelo menos, deixaram de ser visíveis. O céu de Éterion tornou-se um abismo negro, interrompido apenas pelos rios de energia azul que percorriam a atmosfera. Então o planeta gemeu. Não foi um terremoto. Foi algo muito maior. O próprio espaço ao redor de Éterion começou a se deformar. Montanhas se inclinaram. Oceanos levantaram-se como muralhas. Cidades inteiras começaram a afundar. Não em água. Em energia. As ruas foram cobertas por uma substância azul brilhante que parecia líquida, mas não obedecia à gravidade. Prédios desapareceram lentamente sob aquela corrente luminosa. Torres inteiras foram engolidas. Veículos flutuaram por alguns segundos antes de serem puxados para baixo. Pessoas corriam pelas ruas enquanto a energia avançava. — Corram! — Para ...