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O Caçador das Estrelas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 3 — A SEGUNDA CRIATURA

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 Às 6h02 da manhã, a cidade de Vale do Norte recebeu o primeiro alerta. No início, ninguém levou a mensagem a sério. Era apenas uma notificação emergencial nos telefones celulares, enviada pelo sistema estadual de proteção civil. ATENÇÃO: EVITE DESLOCAMENTOS. PERMANEÇA EM LOCAL SEGURO. Nenhuma explicação. Nenhuma referência a terremotos. Nenhuma menção às imagens que já começavam a circular clandestinamente pela internet. As pessoas saíram de suas casas e foram trabalhar. Ônibus começaram a circular. Padarias abriram. Crianças caminhavam para as escolas. Vale do Norte ficava a quase cento e cinquenta quilômetros de Santa Aurora e, até aquela manhã, era conhecida como uma cidade industrial tranquila. Tinha pouco mais de cem mil habitantes. Era maior que Santa Aurora e possuía uma extensa zona industrial, uma estação ferroviária, um aeroporto regional e uma importante rodovia que ligava várias cidades. Às 6h11, os primeiros cães começaram a latir. Às 6h13, os pássaros abandonaram as ...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 34

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O Super-Herói Atrapalhado

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O Último Soldado

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Perseguição ao Tubarão Espacial

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 4 — A EXPEDIÇÃO

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 A máquina metálica avançou mais um metro pelo túnel. Rafael ergueu a espingarda, apontando para as três luzes vermelhas que brilhavam no centro da estrutura. Ao seu lado, Lívia segurava uma barra de ferro, enquanto os sobreviventes que ainda estavam no corredor recuavam em direção à escadaria. O ruído das rodas sobre os trilhos aumentava a cada segundo. — Que diabo é isso? — perguntou um dos homens. Ninguém respondeu. A máquina tinha aproximadamente quatro metros de altura, um corpo retangular coberto por placas de metal e seis rodas articuladas. Cabos grossos pendiam de suas laterais, arrastando-se pelo chão. Na parte superior, um conjunto de tubos girava lentamente, procurando alguma coisa. Rafael percebeu marcas semelhantes às encontradas nas criaturas mortas. Símbolos geométricos estavam gravados na carcaça, formando linhas que se iluminavam em intervalos regulares. — Todo mundo para trás! — gritou Lívia. A máquina parou. As três luzes vermelhas se voltaram para Rafael. Um ruí...

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VENTO CORTANTE: parte: 64

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A Academia dos Monstros

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Risos no Campo de Batalha

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A Onda do Meteoro

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 3 — O ATAQUE

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 O primeiro grito veio da torre norte. — Eles estão aqui! Rafael correu pelo corredor estreito, segurando a espingarda com as duas mãos. Atrás dele, os sinos de emergência continuavam tocando, espalhando o som pelos túneis da antiga estação ferroviária. As pessoas abandonavam os alojamentos, algumas carregando armas, outras tentando encontrar os filhos no meio da confusão. O Refúgio inteiro havia despertado. Quando Rafael alcançou a muralha, viu os primeiros monstros surgindo entre as árvores mortas que cercavam a estação. Eram criaturas menores do que o gigante que descera da montanha, mas isso não significava que fossem menos perigosas. Tinham corpos compridos, cobertos por uma pele escura e irregular, quatro patas musculosas e cabeças estreitas, nas quais brilhavam pequenos olhos avermelhados. Moviam-se rapidamente, saltando sobre os escombros e escalando os restos de construções abandonadas. Rafael contou seis. Depois perdeu a conta. Dezenas de criaturas avançavam pelo terreno,...

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VENTO CORTANTE: parte: 63

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O Fantasma no Parque

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A Guerra Dentro da Minha Cabeça

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Surfista do Espaço

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 2 — DEBAIXO DA CIDADE

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 A palavra ainda ecoava na cabeça de Daniel quando as luzes do laboratório voltaram a piscar. — Finalmente... Ele permaneceu imóvel. Não sabia se realmente tinha ouvido aquela voz ou se o som havia sido produzido pela vibração das paredes. Talvez fosse apenas sua mente tentando transformar o medo em alguma coisa compreensível. Mas havia uma coisa da qual tinha certeza. O sinal subterrâneo continuava se movendo. Daniel correu até o computador reserva e ligou o sistema manualmente. A tela demorou alguns segundos para responder. Quando finalmente acendeu, dezenas de linhas apareceram. Ele ampliou os dados. Os sensores registravam atividade em vários pontos abaixo da cidade. Não eram ondas sísmicas normais. Daniel conhecia terremotos. Havia estudado o comportamento de falhas geológicas durante anos. Um terremoto começava em uma região e suas ondas se espalhavam. Aquilo era diferente. Os pulsos apareciam em sequência. Como se algo estivesse transmitindo sinais. Daniel abriu o histórico....