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Não Desafie o Deus do Mar

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A Criatura das Profundezas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 7 — A FUGA

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 A cidade começou a tremer antes mesmo que Daniel conseguisse entender o significado da mensagem. A PRIMEIRA BARREIRA CAIU. As palavras permaneciam na tela do celular, brilhando por alguns segundos. Então desapareceram. Todos os aparelhos ao redor fizeram o mesmo. Um após o outro, as mensagens sumiram. Daniel ergueu os olhos. As pessoas na rua gritavam. Carros tentavam deixar a região ao mesmo tempo, presos em congestionamentos que se espalhavam por quilômetros. Sirenes cortavam o ar. Helicópteros sobrevoavam os prédios. E então veio o segundo tremor. Mais forte. Um poste caiu. Vidros se quebraram em vários edifícios. — Todo mundo para longe das construções! — gritou um policial. Helena segurou o braço de Daniel. — Precisamos sair daqui. — Para onde? — Qualquer lugar longe da cidade. Ricardo apareceu carregando uma mochila. — Conseguiram organizar um comboio. Daniel olhou para ele. — Quem? — Defesa Civil. Eles estão retirando os sobreviventes para uma área militar a cinquenta quilô...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 38

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O Polvo Motorista de Táxi

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O Navio Que o Mar Levou

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A Caçada no Oceano

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 9 — OS CONDUTORES

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 O carro avançava pela estrada estreita enquanto o céu desaparecia lentamente atrás de uma camada espessa de nuvens. A cidade abandonada ficava para trás, mas ninguém dentro do veículo parecia disposto a falar sobre o que havia acontecido. Rafael mantinha as duas mãos firmes no volante. Lívia estava no banco ao lado, com o rifle apoiado sobre as pernas e os olhos fixos na estrada. Davi ocupava o banco traseiro, quieto demais para alguém que normalmente fazia perguntas sobre tudo. Samuel permanecia ao lado dele, olhando pela janela. As montanhas continuavam visíveis ao longe. Pareciam maiores do que antes. Talvez fosse apenas a neblina cobrindo suas bases. Talvez fosse o efeito da luz fraca do fim da tarde. Mas Rafael tinha a impressão de que aquelas montanhas estavam se aproximando deles. Ele finalmente quebrou o silêncio. — Você disse que existem pessoas capazes de controlar monstros. Samuel não respondeu imediatamente. — Helena também disse que você não contou tudo. — Helena não ...

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VENTO CORTANTE: parte: 68

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O Dinossauro na Academia

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O Tridente no Abismo

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O Deus das Profundezas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 6 — A ESTAÇÃO DE METRÔ

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 O primeiro sinal de que alguma coisa estava errada foi o silêncio. Naquela manhã, a estação central de Santa Aurora deveria estar cheia. Mesmo com os tremores que haviam atingido a cidade durante a madrugada, centenas de pessoas ainda dependiam do metrô para chegar ao trabalho, às escolas e aos hospitais. Mas, pouco depois das oito horas, os trens pararam de circular. As luzes piscaram. Depois, apagaram. Um estrondo percorreu os túneis. E tudo ficou escuro. — Todo mundo para trás! — gritou um funcionário. A voz ecoou pela plataforma. Algumas pessoas começaram a chorar. Outras levantaram os celulares, tentando iluminar o caminho. Havia crianças, idosos, trabalhadores, estudantes. Aproximadamente cento e cinquenta pessoas estavam presas naquela estação. Um trem havia parado entre duas plataformas depois que os trilhos sofreram uma deformação causada por um pequeno desabamento. As portas foram abertas manualmente. Os passageiros saíram e chegaram à plataforma poucos minutos antes de ...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 37

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O Papagaio Repórter

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A Fúria de Poseidon

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A Aparição de Poseidon

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 8 — A VOZ

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 O rádio permaneceu ligado sobre a mesa enquanto as portas das casas continuavam se fechando uma após outra. O som das batidas ecoava pela rua vazia. Uma porta. Depois outra. Depois outra. Como se alguma coisa invisível estivesse percorrendo a cidade e fechando cada residência atrás dos sobreviventes que haviam desaparecido. Rafael permaneceu parado diante da janela da igreja. As três figuras estavam cada vez mais próximas. Elas caminhavam lentamente pela avenida, sem demonstrar qualquer pressa. Seus corpos eram humanos, mas havia algo errado em seus movimentos. Os braços permaneciam rígidos junto ao corpo, e as cabeças se moviam de maneira sincronizada. No peito de cada uma, três pequenas luzes vermelhas piscavam. Davi segurou a mão de Rafael. — Eles vão entrar? — Se entrarem, vamos descobrir. Lívia permaneceu próxima à porta lateral, com o rifle preparado. Samuel continuava olhando para o rádio. A voz voltou a falar. Desta vez, estava mais clara. — Atenção, qualquer sobrevivente ...