Postagens

Perseguição ao Tubarão Espacial

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 4 — A EXPEDIÇÃO

Imagem
 A máquina metálica avançou mais um metro pelo túnel. Rafael ergueu a espingarda, apontando para as três luzes vermelhas que brilhavam no centro da estrutura. Ao seu lado, Lívia segurava uma barra de ferro, enquanto os sobreviventes que ainda estavam no corredor recuavam em direção à escadaria. O ruído das rodas sobre os trilhos aumentava a cada segundo. — Que diabo é isso? — perguntou um dos homens. Ninguém respondeu. A máquina tinha aproximadamente quatro metros de altura, um corpo retangular coberto por placas de metal e seis rodas articuladas. Cabos grossos pendiam de suas laterais, arrastando-se pelo chão. Na parte superior, um conjunto de tubos girava lentamente, procurando alguma coisa. Rafael percebeu marcas semelhantes às encontradas nas criaturas mortas. Símbolos geométricos estavam gravados na carcaça, formando linhas que se iluminavam em intervalos regulares. — Todo mundo para trás! — gritou Lívia. A máquina parou. As três luzes vermelhas se voltaram para Rafael. Um ruí...

Galeria: 133

Imagem

VENTO CORTANTE: parte: 64

Imagem

A Academia dos Monstros

@albertofontes07 A Academia dos Monstros ♬ som original - albertofontes07

Risos no Campo de Batalha

Listen on Suno

A Onda do Meteoro

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 3 — O ATAQUE

Imagem
 O primeiro grito veio da torre norte. — Eles estão aqui! Rafael correu pelo corredor estreito, segurando a espingarda com as duas mãos. Atrás dele, os sinos de emergência continuavam tocando, espalhando o som pelos túneis da antiga estação ferroviária. As pessoas abandonavam os alojamentos, algumas carregando armas, outras tentando encontrar os filhos no meio da confusão. O Refúgio inteiro havia despertado. Quando Rafael alcançou a muralha, viu os primeiros monstros surgindo entre as árvores mortas que cercavam a estação. Eram criaturas menores do que o gigante que descera da montanha, mas isso não significava que fossem menos perigosas. Tinham corpos compridos, cobertos por uma pele escura e irregular, quatro patas musculosas e cabeças estreitas, nas quais brilhavam pequenos olhos avermelhados. Moviam-se rapidamente, saltando sobre os escombros e escalando os restos de construções abandonadas. Rafael contou seis. Depois perdeu a conta. Dezenas de criaturas avançavam pelo terreno,...

Galeria: 132

Imagem

VENTO CORTANTE: parte: 63

Imagem

O Fantasma no Parque

@albertofontes07 O Fantasma no Parque ♬ som original - albertofontes07

A Guerra Dentro da Minha Cabeça

  Listen on Suno

Surfista do Espaço

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 2 — DEBAIXO DA CIDADE

Imagem
 A palavra ainda ecoava na cabeça de Daniel quando as luzes do laboratório voltaram a piscar. — Finalmente... Ele permaneceu imóvel. Não sabia se realmente tinha ouvido aquela voz ou se o som havia sido produzido pela vibração das paredes. Talvez fosse apenas sua mente tentando transformar o medo em alguma coisa compreensível. Mas havia uma coisa da qual tinha certeza. O sinal subterrâneo continuava se movendo. Daniel correu até o computador reserva e ligou o sistema manualmente. A tela demorou alguns segundos para responder. Quando finalmente acendeu, dezenas de linhas apareceram. Ele ampliou os dados. Os sensores registravam atividade em vários pontos abaixo da cidade. Não eram ondas sísmicas normais. Daniel conhecia terremotos. Havia estudado o comportamento de falhas geológicas durante anos. Um terremoto começava em uma região e suas ondas se espalhavam. Aquilo era diferente. Os pulsos apareciam em sequência. Como se algo estivesse transmitindo sinais. Daniel abriu o histórico....

Galeria: 131

Imagem

LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 33

Imagem

O Hamster Policial

@albertofontes07 O Hamster Policial ♬ som original - albertofontes07

A Cidade que não Dorme

Listen on Suno

A Cidade de Cabeça Para Baixo

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 2 — A COLÔNIA

Imagem
 Rafael não conseguiu reconhecer a mulher imediatamente. A figura cambaleava entre os automóveis destruídos, deixando pequenas manchas de sangue no asfalto. A roupa estava rasgada, o cabelo grudava no rosto sujo e uma das mãos apertava um objeto metálico contra o peito. Atrás dela, a neblina se movimentava de maneira estranha, como se alguma coisa enorme estivesse atravessando lentamente a avenida. — Rafael! — gritou a mulher novamente. Ele se aproximou da abertura da barricada. — Quem é você? A mulher ergueu a cabeça. Por um instante, seus olhos se encontraram. — Sou eu! Lívia! Rafael sentiu o coração disparar. Conhecia aquela mulher. Lívia era uma das melhores caçadoras do Refúgio, uma sobrevivente que conseguia atravessar bairros inteiros sem deixar rastros. Havia desaparecido quatro dias antes, durante uma expedição ao norte da cidade. Todos acreditavam que estivesse morta. — Abram a porta! — ordenou Rafael. Álvaro segurou seu braço. — Está maluco? Tem alguma coisa atrás dela! ...