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O Homem Entre as Árvores

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A Floresta Sem Saída

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 10 — A VOLTA AO REFÚGIO

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O carro permaneceu parado durante alguns segundos no meio da estrada. Rafael segurava o volante com tanta força que os dedos começavam a doer. À frente, a estrada parecia vazia. Atrás deles, entre as árvores, dezenas de olhos vermelhos permaneciam imóveis. Nenhuma criatura avançava. Nenhuma emitia som. Era como se todas estivessem esperando. Esperando por ele. — Temos que ir embora — disse Lívia. Rafael olhou para Samuel. — Você consegue fazer alguma coisa com esse aparelho? — Talvez. — Talvez não é uma resposta. Samuel apertou o dispositivo contra o peito. — Se eu tentar interferir no sinal, posso chamar a atenção delas. — E se não fizer nada? — Elas continuarão seguindo você. Davi engoliu em seco. — Então faça alguma coisa. Samuel olhou para o garoto. Depois para Rafael. — Ligue o carro. Rafael não precisou ouvir duas vezes. Girou a chave. O motor demorou alguns segundos para responder. O veículo tremeu, tossiu e finalmente voltou a funcionar. Assim que os faróis acenderam, os olhos ...

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VENTO CORTANTE: parte: 69

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ANÚBIS CAMINHA ENTRE OS MORTAIS

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O Coelho no Banco

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Não Desafie o Deus do Mar

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A Criatura das Profundezas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 7 — A FUGA

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 A cidade começou a tremer antes mesmo que Daniel conseguisse entender o significado da mensagem. A PRIMEIRA BARREIRA CAIU. As palavras permaneciam na tela do celular, brilhando por alguns segundos. Então desapareceram. Todos os aparelhos ao redor fizeram o mesmo. Um após o outro, as mensagens sumiram. Daniel ergueu os olhos. As pessoas na rua gritavam. Carros tentavam deixar a região ao mesmo tempo, presos em congestionamentos que se espalhavam por quilômetros. Sirenes cortavam o ar. Helicópteros sobrevoavam os prédios. E então veio o segundo tremor. Mais forte. Um poste caiu. Vidros se quebraram em vários edifícios. — Todo mundo para longe das construções! — gritou um policial. Helena segurou o braço de Daniel. — Precisamos sair daqui. — Para onde? — Qualquer lugar longe da cidade. Ricardo apareceu carregando uma mochila. — Conseguiram organizar um comboio. Daniel olhou para ele. — Quem? — Defesa Civil. Eles estão retirando os sobreviventes para uma área militar a cinquenta quilô...

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LUNA NEGRA 2: SOMBRAS DE KAGAMI: parte: 38

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O Polvo Motorista de Táxi

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O Navio Que o Mar Levou

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A Caçada no Oceano

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 9 — OS CONDUTORES

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 O carro avançava pela estrada estreita enquanto o céu desaparecia lentamente atrás de uma camada espessa de nuvens. A cidade abandonada ficava para trás, mas ninguém dentro do veículo parecia disposto a falar sobre o que havia acontecido. Rafael mantinha as duas mãos firmes no volante. Lívia estava no banco ao lado, com o rifle apoiado sobre as pernas e os olhos fixos na estrada. Davi ocupava o banco traseiro, quieto demais para alguém que normalmente fazia perguntas sobre tudo. Samuel permanecia ao lado dele, olhando pela janela. As montanhas continuavam visíveis ao longe. Pareciam maiores do que antes. Talvez fosse apenas a neblina cobrindo suas bases. Talvez fosse o efeito da luz fraca do fim da tarde. Mas Rafael tinha a impressão de que aquelas montanhas estavam se aproximando deles. Ele finalmente quebrou o silêncio. — Você disse que existem pessoas capazes de controlar monstros. Samuel não respondeu imediatamente. — Helena também disse que você não contou tudo. — Helena não ...

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VENTO CORTANTE: parte: 68

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O Dinossauro na Academia

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O Tridente no Abismo

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O Deus das Profundezas

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 6 — A ESTAÇÃO DE METRÔ

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 O primeiro sinal de que alguma coisa estava errada foi o silêncio. Naquela manhã, a estação central de Santa Aurora deveria estar cheia. Mesmo com os tremores que haviam atingido a cidade durante a madrugada, centenas de pessoas ainda dependiam do metrô para chegar ao trabalho, às escolas e aos hospitais. Mas, pouco depois das oito horas, os trens pararam de circular. As luzes piscaram. Depois, apagaram. Um estrondo percorreu os túneis. E tudo ficou escuro. — Todo mundo para trás! — gritou um funcionário. A voz ecoou pela plataforma. Algumas pessoas começaram a chorar. Outras levantaram os celulares, tentando iluminar o caminho. Havia crianças, idosos, trabalhadores, estudantes. Aproximadamente cento e cinquenta pessoas estavam presas naquela estação. Um trem havia parado entre duas plataformas depois que os trilhos sofreram uma deformação causada por um pequeno desabamento. As portas foram abertas manualmente. Os passageiros saíram e chegaram à plataforma poucos minutos antes de ...