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A Fuga das Cobras Monstruosas

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 16 — O TÚNEL

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 Na manhã seguinte, o Refúgio parecia uma comunidade derrotada.  O medo de Brutus foi a primeira coisa que Rafael não conseguiu explicar naquela noite. O gigante, capaz de derrubar uma muralha e esmagar veículos com as próprias mãos, havia recuado diante de algo que ninguém conseguia ver. E, se até as criaturas de Victor estavam assustadas, talvez o verdadeiro perigo não estivesse no cerco. Estava debaixo do Refúgio. Rafael passou as horas seguintes observando a fissura que atravessava o pátio. A cada novo tremor, a abertura revelava mais um pedaço da superfície metálica enterrada sob as fundações. Não parecia uma placa colocada ali por acaso. Havia linhas gravadas no metal, formando círculos concêntricos em torno de um símbolo vermelho. Samuel examinou as marcas sem tocar nelas. O aparelho em suas mãos respondia com pulsações regulares, como se reconhecesse alguma coisa antiga. — Isso não fazia parte da estação ferroviária — afirmou Augusto. — Como pode ter certeza? — pergunt...

Galeria: 154

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VENTO CORTANTE: parte: 75

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O Pato Detetive de Trânsito

 

O Homem Que Esqueceu a Saída

Listen on Suno

O Carro das Mil Serpentes

 

O Reino dos Monstros: CAPÍTULO 15 — O CERCO

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 Na manhã seguinte, o Refúgio parecia uma comunidade derrotada.  O som que vinha debaixo da cisterna continuou ecoando pelo Refúgio muito depois de o chão parar de tremer. Ninguém se atrevia a se aproximar da abertura. Até os guardas mais experientes mantinham as armas apontadas para a escuridão, como se esperassem que alguma coisa surgisse a qualquer instante. Rafael não conseguia tirar os olhos da mensagem no dispositivo de Samuel. HOSPEDEIRO CONFIRMADO. INICIANDO DESPERTAR. A morte de Nestor não encerrara a traição. Pelo contrário, parecia ter aberto uma porta para algo que já estava esperando por eles. E, enquanto tentavam compreender o que se escondia sob seus pés, um novo perigo avançava pela floresta. Dessa vez, não vinha em silêncio. O primeiro aviso chegou das torres de vigilância: um rugido tão profundo que fez as janelas restantes vibrarem em seus caixilhos. Depois vieram outros, espalhados pela mata, até que o horizonte pareceu responder com uma única voz monstruos...

Galeria: 153

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VENTO CORTANTE: parte: 74

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O Fantasma no Primeiro Encontro

Paredes Que Sussurram

Listen on Suno

O Cavaleiro das Ondas de Aço

 

As Criaturas do abismo: CAPÍTULO 11 — O ABRIGO 1.

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 O helicóptero mergulhou violentamente para a esquerda. Daniel bateu o ombro contra a lateral da cabine, enquanto Ricardo tentava se segurar em uma das barras metálicas. O equipamento de Helena caiu no chão e deslizou até os pés do piloto. Por alguns segundos, ninguém conseguiu distinguir o que estava acontecendo do lado de fora. A floresta desapareceu atrás de uma nuvem de poeira, e o horizonte pareceu inclinar-se até ficar quase vertical. — Segurem-se! — gritou o piloto. Uma segunda sacudida atingiu a aeronave. Daniel olhou pela janela e sentiu o estômago se contrair. O solo estava se elevando. Não era uma impressão causada pelo movimento do helicóptero. Uma faixa inteira da floresta subia lentamente, empurrada por alguma coisa que avançava sob a superfície. Árvores enormes tombavam, raízes expostas, enquanto pedras eram lançadas para o alto. A elevação percorria o terreno em direção à montanha, abrindo uma cicatriz no mundo. Então a terra explodiu. Uma coluna de rochas, lama e á...