No ébano da noite, sob um manto estrelado, Um cavaleiro avança, audaz e destemido, Ao som do vento, seu estandarte desfraldado, Na missão de encarar o dragão, antigo inimigo. A lança cintila, forjada com bravura, Reflete a chama que arde em seu peito, Um coração valente, pulsa na armadura, Pronto para desafiar o reptiliano defeito. O dragão, erguendo-se das sombras do abismo, Chama rubra nas entranhas, olhos ferozes, Asas que cortam os céus com requinte sombrio, O cavaleiro encara a fera, nos olhos ferozes. A batalha se inicia, um dueto ancestral, Entre o fogo da besta e a lâmina do guerreiro, A dança de chamas e aço, um embate descomunal, Em um palco de fúria, entre o céu e o terreiro. O cavaleiro, imerso em coragem que não treme, Esquiva-se das chamas que dançam no ar, Sua lança busca o coração que não geme, No peito do dragão, um alvo a encontrar. A fera, colérica, desfere golpes ardentes, A cauda serpentear, o rugido ecoa alto, Mas o cavaleiro, firme em seus intento...