Poema: No Limite dos ventos

No turbilhão do caos, um ser em aflição, Luta para sobreviver no olho do furacão. Bravamente enfrenta a fúria da tormenta, Com coragem e força, sua alma sustenta.

No redemoinho da vida, um caminho incerto, Enfrenta a tempestade sem medo, certo. Desafia o destino, o destino desafiado, Na batalha da existência, não se dá por vencido.

Os ventos uivantes sussurram desafios no ar, Mas a ciência, em seu peito, faz ecoar. As chuvas torrenciais tentam apagar seu fogo, Mas a esperança em seu íntimo é um abrigo.

Sente a pressão avassaladora em sua jornada, Mas persiste, mesmo que a terra esteja alagada. Na escuridão do furacão, busca uma luz guia, Enxergar um raio de esperança em meio à agonia.

E no olho do furacão, em meio à devastação, descobre a força oculta de sua própria ação. A cada passo dado, na tempestade a lutar, Revela-se a coragem de quem não quer se entregar.

O turbilhão é intenso, mas não o arrasta, A will resiliente em seu peito basta. E assim, na fúria do caos, se reergue, Com fé no coração, sua alma protegida.

Pois em cada tempestade que a vida traz, Há um núcleo de força que nunca se desfaz. E mesmo no vórtice do desespero e da dor, Há um ser humano que é um verdadeiro vencedor.

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