Poema: A Beleza do Céu

 


Na vastidão do céu, um espetáculo se revela, um arco íris dançante, cores que desvela. Pintando a tela celeste com luz e magia, uma visão que enche a alma de alegria.

Um ser humano, maravilhado, contempla, as cores que se entrelaçam, uma obra completa. No firmamento, um arco de matizes se ergue, um presente divino que o coração insurge.

Do vermelho ao violeta, um gradiente de sonho, onde o céu se torna palco, um imenso trono. A pessoa, extasiada, perde-se na visão, um arco íris que transcende a mera ilusão.

No silêncio da admiração, a mente se abre, Como pássaro livre, o pensamento se abre. Cada cor, uma história, um capítulo a mais, no livro do cosmos, onde a vida se faz.

E ali, sob o arco íris que se estende no ar, A pessoa se sente parte desse etéreo olhar. Como se o universo, em sua vastidão, fosse uma pintura feita para a contemplação.

Assim, diante do arco que desenha o infinito, A pessoa se entrega a um momento bonito. E sob as cores que se fundem no horizonte, A admiração floresce, uma eterna fonte.

 

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