A mensagem continuava brilhando diante de Atlas. BEM-VINDO DE VOLTA, FILHO. Nenhum dos presentes se moveu. A gigantesca estrutura permanecia suspensa no espaço, cercada por milhares de naves antigas. Algumas pareciam ter sido construídas por humanos. Outras possuíam formas que nenhum engenheiro reconhecia. Helena foi a primeira a falar. — Atlas, você conhece essa voz? — Não. — Mas ela chamou você de filho. — Sim. — Isso significa alguma coisa? Atlas observou o próprio núcleo. — Significa que alguém sabe mais sobre mim do que eu. Orion aproximou-se. — Talvez seja uma armadilha. — Provavelmente — respondeu Atlas. — E vamos entrar mesmo assim? Atlas olhou para a estrutura. — Precisamos descobrir a verdade. Helena respirou profundamente. — Então vamos juntos. A frota avançou. Dentro da estação, tudo parecia abandonado. Não havia sinais de vida. Não havia soldados. Não havia máquinas funcionando. Apenas corredores enormes, iluminados por pequenas linhas de luz. A equipe caminhava lenta...