Marcados

Fonte da imagem: Blog do SEBRAE MS
Meu nome é João Rirato, faz seis meses desde incidente do supermercado, que um vírus transformava as pessoas em zumbis, ainda por cima tinha agentes do governo no lado de fora do mercado, só esperando as pessoas saírem para eles atirarem nas pessoas.
Toda vez que olho para rua, tudo agindo normalmente, as fico imaginando as ruas infestadas de zumbis, rezo para que não aconteça outra situação dessas, não sei se teria se escaparia vivo como da outra vez.
Nunca mais fui fazer compras naquele supermercado, sempre antes sair vê se quando as pessoas saem do mercado vejo se nada acontece, quando vejo que está tudo bem, simplesmente saio do lugar.
Eu sinto uma vontade de contar para o publico o que foi que aconteceu, mas isso ira por em risco a minha vida, não quero sair de uma situação de vida e morte para entrar em outra.
Eu sou um contador de uma empresa, uma coisa é que antes desse incidente, queria pelo menos um pouco de emoção na minha vida, mas com tudo isso que aconteceu, não quer mais emoções.
Na sexta à noite fui para um bar a banda do Robson estava tocando, estava curtindo a musica, até quando acabou, ele me viu e foi até mim, então sentamos em uma mesa.
- E ai cara como vai? - disse o Robson.
- Graças a deus tudo na mesma.
- Está aproveitando a vida.
- Sei que deveria agradecer a deus por ter sobrevivido, mas me sinto que eu ainda estou preso naquele supermercado.
- Eu ao contrario de você estou aproveitando, fazendo sexo, com quantas mulheres eu quiser.
- Está conseguindo dormir bem?
- Sim.
- Ainda tenho pesadelos sobre o ocorrido.
- Cada um enfrenta o pesadelo de maneiras diferentes.
Vi no bar a Roberta nós a chamamos para a nossa mesa.
- Como vai a nossa querida professora de historia? - disse o Robson.
- Todos os finais de semana, estou sempre fazendo alguma coisa diferente - disse a Roberta.
- Parece que quase todo mundo está aproveitando a vida.
- Eu não sei a Julie está aproveitando - Eu disse isso.
- Você sabe onde ela está? - Disse a Roberta.
- Não faço a menor ideia.
- Vocês formariam um bom casal.
- Você sabe o que ela faz? - disse o Robson.
- Não.
- Será que ela é uma agente secreta.
A Julie estava numa sala, com uma pessoa, com terno e gravata e essa pessoa é careca e usava óculos, estava sentado na cadeira dele, vendo alguns documentos.
- Agente Julie você tem uma missão - disse a pessoa.
- Eu ainda não se faço mais uma missão para você.
- Está falando do incidente.
- O que mais?!
- A gente achava muito seguro para nós que o governo brasileiro, ficar-se responsável pelo vírus, não queremos estudos daquele vírus aqui, nos Estados Unidos, imagina se acontece algo de errado e aquilo se espalha aqui, como foi lá no Brasil, um funcionário de controles de doenças se descuidou e quase fudeu com o país todo.
- A única coisa que vocês me falaram quando me mandaram para a missão no Brasil, era se algo desse errado, que eu deveria avisar vocês, mas vocês nunca disseram sobre vírus nenhum.
- Eu sei que foi muito difícil, para você, mas posso lhe fazer uma pergunta?
- Manda.
- Você foi à única sobrevivente certo?
- Sim, como já tinha reportado só eu e mais ninguém.
- Todos que foram infectados pelo vírus se transformaram não é?
- Sim.
- Você tem certeza que teve uma pessoa que foi infectada pelo vírus e ficou normal.
- Como falei todos viraram zumbis.
- Pelo que vi do seu laudo medico você não estava infectada.
- Nenhum deles conseguiu me morder.
- Eu acho que tem algo que você não está me contando.
- Por quê?
- Nós achamos que tem alguém vingando as pessoas que morreram no incidente.
- Eu não sei nada sobre isso.
- É que vários locais que tinham envolvimento com o vírus foram encontrados mortos.
- Viraram zumbis?
- Não.
- Então como morreram.
- Os cérebros deles explodiram.
- Nossa.
- Sua missão é investigar o incidente.
- Estou indo.
A Julie saiu da sala, a pessoa novamente ficava olhando os documentos, então uma pessoa com capuz vermelho, entra na sala e se senta na cadeira, a pessoa olha para a pessoa do capuz.
- Com licença quem é você? - disse a pessoa.
- Você é Jonson Valez? - disse a pessoa do capuz.
- Sim, eu sou quem é você.
- A morte.
Jonson pega um revolver, a pessoa do capuz levanta as mãos, ele tentar apertar um botão de baixo da mesa para avisar os seguranças, mas por mais que se esforça não conseguia apertar o botão.
- O que foi algum problema? - disse a pessoa do capuz.
- Não - disse o Jonson tentando apertar o botão.
- Está tentando aperta a segurança.
- Cale a boca.
A mão de Jonson fica em cima mesa, a mão com a arma, dar uma coronhada na mão sem arma, fazendo o Jonson gritar de dor, caiu no chão, depois que sentiu a dor, sentou na cadeira.
- Por que você fez isso com a sua própria mão - disse a pessoa do capuz.
- Eu não fiz isso por querer.
- Você não quer chamar por ajuda.
Jonson tentava gritar, mas não estava conseguindo, isso o estava apavorando.
- É você? - disse o Jonson.
- Sim.
- Como?
- Você sabe muito bem.
- É impossível, ela disse que só ela sobreviveu.
- É vamos dizer que ela mentiu para você.
- Por que ela faria isso.
- Acho que ela não é do tipo que arriscar a vida de outras pessoas.
- Você quer vingança.
- Aí que você se engana nessa historia toda, eu não quero vingança.
- Então o que você quer?
- Eu quero ser o único com as minhas habilidades, para isso vou matar todo mundo que tem algum conhecimento sobre o vírus, isso inclui você.
Jonson tentar dar um tiro nele, mas o dedo não se movia então a mão estava apontando a arma para a própria cabeça, ele estava gritando por ajuda, então ele atirou na própria cabeça, a pessoa do capuz saiu da sala.
A Julie estava andando de carro, estava na cabeça o que Jonson disse que alguém está se vingando, das pessoas que morreram no supermercado, estava incomodada que ela pode está acobertando um assassino.
Então ela liga para mim joão Rirato.
- Alô, quem é? - Eu disse isso.
- Sou eu a Julie.
- A quanto tempo?
- Ah, um bom tempo.
- Então, o que manda.
Ela fica parada sem saber dizer por momento, por que ela não sabe se o João é o assassino, não sabe se pode confiar nele, por isso na conversa ela vai tentar ser mais branda possível.
- Me diga você anda vendo os outros - disse a Julie.
- Sim ando.
- Algum deles se sente mal com a situação?
Eu ia dizer que eles estão bem, mas os comportamentos dos dois parecem de pessoas fazendo de tudo para não pensar na situação, mas infelizmente o assunto sempre vem nas cabeças deles, então claramente os dois não estão bem.
- Eles dizem que estão se divertindo - Eu disse isso.
- Como assim eles dizem?
- Eles estão fazendo de tudo para não pensar mais naquele assunto.
Sinceramente era uma coisa que queria esquecer, mas é quase impossível esquecer um evento traumático desses, você fica tentando seguir em frente, mas na verdade você está parado no mesmo local.
- Vocês acham que eles estão com muita raiva do governo - disse a Julie.
- Nós todos estamos com raiva do governo.
- Entendo.
- O que foi?
- Você acha que algum deles planeja fazer nada com o governo.
- Isso não, me parece que o Robson quer continuar a vida dele tocando na manta e a Roberta não parece ser do tipo que quer arriscar a vida, lutando contra o governo.
- Sei e você?
- Eu não.
Conversamos um pouco mais ela desliga o telefone.
A Julie vai para o Lugar que o jonson mandou, então chegando ao lugar à porta estava fechada, ela dar um chute na porta quebrando ela, então entra na residência, ficava com arma apontada para frente.
Ela via muitos corpos mortos todos tinham lagrimas de sangue, com se o celebro deles explodirão, estava para por um momento, ficava tentando entender a situação.
Quando viu as câmeras de seguranças foi tentar ver algum vídeo do ocorrido, mas quando viu os arquivos das câmeras estavam todos apagados, claramente alguém sabendo limpar seus traços.
Ela tenta ligar para o Jonson, mas estava tocando e tocando e ele não estava atendendo, achou isso estranho ele sempre atendia as ligações, ficava pensando se algo tinha acontecido com ele.
Então uma pessoa aparece apontando a arma para ela.
- Calma não atire - disse a Julie.
- Quem você? - disse a pessoa.
- Eu fui mandada aqui para resolver a situação.
- Foi você não foi?
- Não eu juro, trabalho para agencia.
Ele abaixa a arma, ela também abaixa as mãos.
- O que foi que aconteceu aqui? - Disse a Julie.
- O vírus.
Notou que nenhum deles estava com um buraco na testa ou com o sangue na boca, uma coisa que acontecia quando as pessoas iam se transformar em zumbis, sempre vomitava sangue.
- Como no incidente do supermercado - disse a Julie.
- Exatamente como no incidente.
- O quê?
- Isso por causa do vírus.
- Eu já vi o acontece com as pessoas e não é isso.
- Como assim você, viu você estava no supermercado?
- Sim, estava.
- Ah entendo.
- O que foi?
Ele ia apontar a arma para ela desta vez ele ia atirar, mas ela foi mais rápida, deu um tiro na cabeça dele, ainda estava com uma duvida se foi realmente aquele vírus que causou tudo isso.
Quando a Julie atirou para matar, notou que quando ouviu que ela era uma sobrevivente do incidente, nesse momento ele tentou atirar, pensava será que esse vírus fazia outra coisa alem de transforma as pessoas em zumbis.
Ficava olhando tudo em volta tentando dar algum sentindo em toda aquela loucura ficava procurando qualquer tipo de informação, mas parecia que todos os computadores foram destruídos.
Também tinha esperança de encontrar outro sobrevivente, mas pelo que parecia ninguém mais havia sobrevivido aquele massacre, sem saber o que fazer simplesmente sentou em uma cadeira.
Quando olhava para os corpos mortos, o quebra cabeça formava na mente dela, como isso tinha alguma coisa haver com o vírus, o que será que eles não estão contando sobre ele.
Sabia que sô uma pessoa saberia a resposta disso tudo, era o Jonson de novo tentou ligar de novo, mas chamava e chamava e ninguém atendia, ficou com raiva e se levantou.
- Você tinha que me abandonar nessa hora.
Ela ver uma pessoa da SWAT entrando, quando eles a viram começaram a atirar, imediatamente começou a correr se escondeu atrás de uma parede, quando algum deles se aproximava, a Julie começava atirar neles.
Uma das pessoas da SWAT jogou uma granada.
- Você sô pode está de brincadeira comigo.
Começou a correr, entrou nas escadarias, então houve uma explosão, depois foi descendo ficava vendo se tinha alguém embaixo, estava descendo devagar tentando chegar a saída mais rápido possível.
Sabia que ela ia morrer se fosse num confronto direto com eles, por isso sempre os enfrentava de pouco e pouco, mas mesmo assim não sabia se ia conseguir sobreviver à situação.
Quando chegou perto de uma porta, o pessoal da SWAT abriu a porta, a Julie ficou atrás da porta, quando eles passaram, ela conseguiu sair de fininho, conseguindo evitar eles.
Ficou vendo que o pessoal da SWAT, estava derramando gasolina em todo o lugar, achou muito estranho, por que sabia não isso que eles faziam, estava claramente apagar os rastros.
Ficou pensando quem será que deve está fazendo tudo isso, devia ser alguém muito poderoso, ficava pensando se eles estavam na folha de pagamento do governo.
- Quem está financiando tudo isso.
Ela estava andando e umas pessoas da SWAT, viram começou a atirar, ela começou a sair correndo, ficava correndo pelos corredores, até conseguir encontrar uma saída.
- O Jonson me paga, ele vai me dizer tudo que ele não está me dizendo.
Quando saiu viu a SWAT queimando tudo, quando tudo estava em chama, viu eles completamente perdidos, ficavam olhando de um lado para o outro, como se não soubessem como vieram parar ali.
- O que está havendo?
A Julie decidiu ir em direção ao Jonson, para ele finalmente dar algumas respostas sobre a situação toda, quer saber o que mais esse vírus pode fazer, não sairia da sala dele até conseguir alguma informação.
Chega ao local de trabalho, acaba vendo a mesma coisa como no outro prédio, corpos mortos espalhados pelo chão, foi correndo em direção da sala do Jonson, quando entrou viu ele morto no chão.
- Meu deus o que está havendo?
Começou a procurar pelos vídeos das câmeras de seguranças para ver se algum deles conseguia ver alguma coisa, mas de novo todas as fitas foram apagadas, isso a deixou com raiva.
Ela viu uma mulher andando devagar e tremendo, estava chorando.
- Ola.
A mulher aponta a arma em direção a Julie levanta as mãos.
- Calma, calma, sô quero saber o que aconteceu aqui.
- Você não fez isso? - Disse a mulher.
- Não eu acabei de chegar.
- Estão todos mortos.
A mulher estava visivelmente abalada com essa situação toda, então a Julie sabia que ela devia ir com calma, quando ia falar alguma coisa, se não pode atirar nela.
- Você não sabe quem fez isso? - Disse a Julie.
- Não.
- Você sabe pelo menos sabe o que houve.
- Eu vi algum deles atirando na própria cabeça.
- Mais de um?
- Sim.
- Mais alguma coisa?
- Eu vi algum deles apontando a arma para alguém, mas eles simplesmente ficavam paralisados, depois morria de dor de cabeça depois isso acontecia com eles.
- Não conseguia ver quem era?
- Quando vi isso acontecendo com os outros imediatamente eu sair correndo, fui me esconder, parece que eu conseguir sobreviver.
- Nós temos que sair daqui.
- Por quê?
- Eu acho que tem um SWAT vindo.
Num escritório do governo, uma pessoa de terno e gravata, cabelos pretos, com fios brancos, estava pesquisando coisa no computador, então uma pessoa entra na sala.
- Posso entrar? - disse a pessoa.
- Claro pode sentar - disse a pessoa de terno.
A pessoa sentou.
- Senhor Claus, temos um problema com relação ao incidente.
O Claus a pessoa de terno, fica com uma pose ereta, sabe do grande problema que foi o incidente do supermercado, achava que tudo tinha se resolvido, mas pelo que parecia, estava errado.
- O incidente foi resolvido - disse o Claus.
- Não senhor, não foi.
Claus bateu na mesa, estava querendo dizer alguma coisa, mas estava fazendo o máximo para controlar a sua voz, sabendo de todo o perigo que foi o incidente, não estava preparado para ouvir que o incidente acabou.
- Foi um zumbi - disse o Claus.
- Não.
- Se não é zumbi então tudo bem, não tem perigo maior do que eles.
- Acho que o senhor está enganado.
- Os zumbis podem contaminar uma população inteira nada pode ser pior do que eles.
- Sim, pode.
- Como a pessoa que pode controlar a população.
- O Quê?
Ele se levanta, fica muito surpreso com essa informação, ficava pensando no que ele podia fazer para impedir que essa situação piore cada vez mais, o que parece impossível.
- Mas eu ouvir dizer que todos foram transformados em zumbis - disse o Claus.
- Aparentemente não.
- Temos alguma informação quem é essa pessoa?
- Infelizmente não.
- Ele sabe sobre a gente.
- Ele está atacando agencias, com algum envolvimento com o vírus.
- Isso inclui a gente.
- Exato.
- Nós temos que achar essa pessoa, faz o que puder, não podemos deixar essa pessoa destruir tudo o que a gente construiu, nós que prender essa pessoa custe o custar, procure pelas câmeras de vídeo do supermercado e descubra se alguém mais sobreviveu.
Eu estava na minha casa vendo TV, via as imagens de pessoas desaparecidas, sô nós quatro sabíamos, que eles tinham se transformados em zumbis, ou mortos pelos atiradores do governo.
Quando via o retrato de um deles, sô conseguia me imaginar naquele supermercado, o que é um inferno, faz com que eu me sinta que nada verdade nunca sair de lá.
Tenho que achar uma maneira de seguir em frente, se não com certeza vou pirar, não quero ser um risco, para todos que sobreviveram ao incidente, tenho que achar um jeito.
Escuto uma batida na porta.
- Quem é? - Eu disse isso.
- Sou eu a Julie.
Fui abri a porta, ela entrou foi direto para o sofá.
- O que foi, aconteceu alguma coisa? - Eu disse isso.
- Muita.
- Com relação ao trabalho.
- Exatamente isso.
- Você pode me contar.
- Antes eu não podia, mas todos que eu conheço do meu trabalho estão morrendo.
- Como?
- Parece que os celebro deles explodiram.
- Como isso é possível.
- Não sei como, mas parece que tem haver com o incidente.
Por um momento parei, minha mão estava começando a tremer, era exatamente o que termia o pesadelo ainda não tinha acabado, será que os zumbis vão dominar o Brasil.
- Me diga eles se transformaram em zumbis? - Eu disse isso.
- Os zumbis precisam dos celebro para se movimentarem sem isso, eles não se transformam neles.
- Você acha que é algum outro efeito do vírus.
- Eu não acho que as pessoas foram mortas pelo vírus.
- Então como?
- Acho que elas foram mortas, por alguém que tinha o vírus.
- Impossível.
- Zumbis são umas coisas impossíveis, mas mesmo assim, eles estavam nos atacando lá no supermercado.
- Você acha que tem um zumbi andando por aí sem ser notado.
- Aí está a questão.
- O quê?
- Acho que é alguém que tem um vírus e não virou zumbi.
O Robson estava tocando com a banda dele, o publico estava adorando, cada vez que o publico gritava, ele se empolgava com á musica, estava se sentindo vivo.
Depois do show o baterista da banda, tinha uma barba grande e cabelo grande e preto, foi em direção ao Robson.
- Que Show irado - disse o baterista.
- É - disse o Robson.
- Você parece mais animado do que o de costume.
Antes do incidente do supermercado, ele não se divertia tudo para o Robson era a banda, ficava preocupado com as musicas se o publico, iria gostar ou não.
Depois do incidente fica levando mais o estilo de viva e deixe viver, se o publico não gostar-se das musicas dele, o problema é do publico e não dele, assim que as coisas mudaram para ele com relação ao incidente.
Mas tudo não mudou para bom, uma coisa que ele fazia com frequência era não ir para os ensaios da banda, uma coisa que antes do incidente ele não faltava um ensaio se quer.
Ante do incidente, ele sô queria saber de relacionamentos sérios, não queria ter casos, para ele tudo bem relacionamentos que duram muito tempo, mas depois do incidente, não quer mais relacionamentos sérios, agora ele sô queria casos.
Um dos grandes motivos disso é que antes do incidente do supermercado, ele nunca havia estado numa situação de vida ou morte, como foi naquele dia, por fica tentando viver a vida todos os dias.
Por mais que ele queira demonstrar para todo de que ele está bem e que não tem sofrido nenhum tipo de pesadelos, mas estava com medo constante que aconteça um apocalipse zumbi.
Uma coisa antes do incidente é que sempre quando via algo, que o governo fazia de errado, sempre arrumava uma turma para protestar contra o governo, era um ativista político.
Depois do incidente, como desta vez tinha uma chance maior de ser morto pelo governo, por isso sempre ficava na dele desta vez tentava ser invisível para o governo.
- Cara fala alguma coisa aconteceu com você? - Disse o baterista.
- Como assim?
- São seis meses atrás você simplesmente muda de atitude.
- Entendo o que você quer dizer.
- Parece que até que governo te sequestrou e colocou um clone no lugar.
- De fato algo aconteceu?
- O quê?
- Desculpe, mas eu não posso te dizer.
- Por quê?
- É melhor você não saber.
- Deixa de besteira.
- Eu não posso contar... Eu vou ao banheiro.
Robson foi ao banheiro, fechou a porta, fechou os olhos.
- Você saiu daquele supermercado.
Ele ficava ouvindo, os sons de zumbis atrás da porta, a respiração dele estava acelerando, cada vez mais o medo ficava aumentando, ficou controlando a respiração, então os sons de zumbis na porta pararam.
- Você saiu de lá vivo.
Quando finalmente estava calmo, notou que estava ouvindo alguns gritos, então estava pensando que o pavor dele estava tomando conta da cabeça dele, ficava controlando a respiração.
Sô que ao contrario dos sons dos zumbis, esses não paravam, se sentou na privada, tapou os ouvidos, estava querendo que sons pareçam, mas não estava acontecendo.
A realidade estava batendo, que o que ele está ouvindo talvez não seja coisa da cabeça dele, mas que seja algo que realmente está acontecendo, isso o deixava apavorado ainda mais.
Então foram dados vários tiros na porta, imediatamente ele se abaixou, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, ficou recuperando o fôlego, sabia que ele não ia sobreviver se ele ficar-se abaixado.
Então uma pessoa de terno preto, com um revolver. Chuta a porta, Robson não pensou duas vezes foi para cima do cara, o empurrando com o corpo, depois deu dois socos na cara da pessoa.
Pegou a arma, outra pessoa de terno preto estava se aproximando, Robson atirou nele, matando-o, se levantou do chão, foi procurar para ver se tinha mais alguém.
Viu mais duas pessoas de terno, imediatamente atirou nos dois, pegou o cartucho de balas de todos eles, ficou procurando, por mais alguém ficou procurando por todo bar, mas desta vez não encontrou ninguém.
O baterista da banda ficou vendo tudo isso estava chocado que estava acontecendo.
- Que porra é essa! - Disse o baterista.
- Eu acho que é queima de arquivo?
- Queima de arquivo do que você está falando?
- Houve um incidente que o governo quer esconder do publico.
- Que incidente foi esse?
- O incidente dos zumbis.
- Mas não houve nenhum ataque de zumbis.
- É exatamente isso que o governo quer que você pense.
- Você realmente viu zumbis.
- Sim.
- Como eles eram lentos ou rápidos.
- Infelizmente rápidos.
- Puxa!
A Roberta estava dando aula para as crianças, enquanto fazia isso, notou uma pessoa com um capuz do lado de fora sô olhando a aula, achou isso muito estranho.
- Espere sô um minutinho.
Ela estava saindo da sala, quando abriu a porta viu que a pessoa do capuz não estava lá, ficou olhando de um lado para o outro, quando viu que não tinha ninguém entrou na sala de aula.
Um aluno tinha se levantado, sô que ele estava agindo diferente, foi em direção dela.
- Davi o que você está fazendo? - Disse a Roberta.
- Eu não sou o Davi - disse um menino com uma voz completamente grossa.
Isso a assustou era um dos momentos que não sabia o que fazer, estava tentando se acalmar, ficava pensando se era mesmo a criança que estava fazendo essa voz ou era outra coisa.
- Eu sei sobre os zumbis no supermercado e que você é uma das sobreviventes - disse o menino.
Isso sô á deixou cada vez mais perplexa, como este menino sabia sobre o incidente, sô tinha quatro pessoas que sabiam que ela estava lá, ela mesma e os outros três.
- Do que você está falando? - disse a Roberta.
- Não precisa ter medo de mim.
- Quem é você?
- Um amigo.
- Um amigo?
- Não se preocupe nada vai acontecer com você.
- Do que você está falando?
- O incidente pode ter acabado naquele dia, mas a consequência dele ainda continua a afetar a todos.
- Do que você está falando?
- Estou me livrando de todos que foram responsáveis por aquele vírus está no Brasil em primeiro lugar.
- Está dizendo que o vírus não foi originado aqui.
- Exato.
- Onde ele foi originado?
- Na áfrica.
- O que mais você pode-me dizer sobre o vírus.
O garoto simplesmente volta ao normal, sem perceber o que tinha acontecido, depois de falar com ele, a aula continua ao normal, até quando ela saiu da sala e viu pessoas de preto armadas mortas no chão, com lagrimas de sangue nas caras.
A Roberta estava sentada em uma cadeira em um bar, ficava olhando de um lado para o outro, Robson ver ela, vai para em direção depois eu e Julie sentamos-nos à mesa onde a Roberta estava.
- O que foi que aconteceu? - Eu disse isso.
- Homens de preto do governo tentaram me matar - disse o Robson.
- Eu acho que eles queriam fazer o mesmo comigo - disse a Roberta.
- Como assim você acha?
- É que quando eu sair da sala de aula eles já estavam mortos.
- Quem os matou?
- Um amigo.
- Que amigo?
- Ele simplesmente se identificou como amigo.
- Você viu como essa pessoa era?
- Essa é a parte difícil de explicar, acho que ele estava controlando mentalmente um menino, o fazendo falar por ele.
- Você disse controlando mentalmente? - Disse a Julie.
- Era exatamente isso que estava fazendo com o menino - disse a Roberta.
- Eu vi uma equipe da SWAT destruir um laboratório e não tendo noção do que estavam fazendo.
- O que esse amigo queria? - Disse isso para a Roberta.
- Ele simplesmente falou que nos protegeria do governo.
- Ela está matando muitas pessoas que teve alguma relação ou sabe alguma coisa sobre o vírus - disse a Julie.
- Que bom que ele mate todos eles - disse o Robson.
- O negocio se você ataca o governo, eles atacam de volta.
- Os homens de preto.
- Precisamente.
- Ah, ele revelou uma coisa sobre o vírus - disse a Roberta.
- O que foi? - Perguntei isso para ela.
- Ele disse que o vírus nasceu na África.
- África?! - Falou o Robson.
- Como um vírus zumbi da África veio parar aqui? - disse a Roberta.
- Bem não importa como, se o povo do governo está nos caçando nós devemos ficar juntos a todo custo.
- Nós vivemos ao incidente vamos sobreviver a isso - disse o Robson.
Nós quatro estávamos andando.
- O que vamos fazer agora? - Eu disse isso para eles.
- A mesma coisa de antes - disse o Robson.
- Fica na nossa e fingir que nada aconteceu?
- Nós sabemos que o governo está nos atacando não deveríamos ficar parado - disse a Julie.
- Talvez devêssemos - disse a Roberta.
- O que você quer dizer com isso?
- Vamos deixar o nosso amigo cuida disso.
- Acho melhor a gente não confiar totalmente nele.
- Por que não, ele claramente está querendo nos ajudar.
- Acho que a prioridade dele é a vingança.
- Isso quer dizer, enquanto ele vai matando pessoas do governo, alguém pode vim tentar matar a gente - Eu disse isso.
- Fica parado está fora de questão - disse o Robson.
- E como nós vamos revidar pelo que eu sei a única pessoa, que tem alguma experiência com armas, é a Julie, você pode ter atirado, mas você teve sorte, lembrar-se quando formos atacar eles, claramente eles vão ter mais pessoas com experiências com armas - disse a Roberta.
- Podemos deixar que o nosso amigo resolvesse - disse o Robson.
- Lembrando que todos nós estamos em perigo, por causa desse nosso amigo, se ele não se tiver feito nada, nós estaríamos seguros agora, ao de sermos caçados - disse a Julie.
- Se vamos revidar claramente, precisaremos de armas - Eu disse isso.
- Acho que sei como conseguir armas - disse a Julie.
- Mas que merda de situação.
- Era para todos vocês estarem vivendo a sua vida normalmente.
- Tudo deixou de ser normal quando os zumbis apareceram.
- Ironicamente eu preferia enfrentar os zumbis á o governo - disse o Robson.
- Entendo o que você quer dizer... Nós não podemos ficar aqui ao ar livre temos que nos esconder - Eu disse isso.
- Tem razão, eu conheço um lugar seguro - disse a Julie.
Nós todos fomos para uma casa, eu e Robson ficávamos vigiando as janelas.
- Então que é o nosso plano de ação - disse o Robson.
- Revidar o que eles fizeram com a gente - Eu disse isso.
- Se é o governo inteiro teremos uma longa lista.
- Sô quem é responsável pelo vírus.
- Isso reduz tanto!
- Dependendo do nosso amigo, ele pode cuidar deles para gente por enquanto reduzindo a lista.
A Julie nos mostrou todas as armas que ela tinha na casa, era basicamente muitos revolves e uma escopeta, nos mostrou as munições, basicamente um equipamento para entrar em guerra.
- Você era paranoica sobre o Brasil á esse tanto?! - Disse o Robson.
- Eu fui mandada aqui, para verificar se a situação não sairia do controle.
- Que situação?
- Eu não sabia na época, mas era o vírus, teria que informar se a situação sair-se do controle.
- Então você é do governo - disse o Robson, pegando uma arma e apontando para ela, a Julie levanta a mão - Eu aposto que você está do lado deles.
- Posso ter trabalho pelo responsável do vírus está aqui, mas eles também me consideram uma ameaça, assim como vocês.
- Por que você não nos contou isso antes? - Disse a Robeta.
- Porque antes eu não sabia de nada, ainda não sei muita coisa, como o vírus ter se originado na África.
- Temos que saber mais sobre o vírus, você saber mais sobre esse vírus, claramente ele não sô transforma as pessoas em zumbis, temos que saber o que mais ele faz Julie, você conhece algum laboratório perto, talvez eles possam nos dar alguma explicação - Eu disse isso.
- Eu sei de um lugar - disse a Julie.
- Agora Robson abaixe a arma, vamos sair daqui.
O Robson baixou a arma, nós todos formos todos armados, escondendo as armas de baixo das roupas, fomos correndo pelo laboratório mais perto que tinha, entramos evitando as câmeras, chegamos na surdina, entramos numa sala que tinha uma pessoa de terno.
- Quem são vocês? - Disse a pessoa de terno.
- Pessoas que querem respostas ou então iremos atirar em você - Eu disse isso.
- O Vírus do incidente do supermercado.
- Este vírus é muito potente capaz de transforma as pessoas em zumbis.
- Nós já sabemos disso quero saber de suas origens.
- Uma equipe de pesquisa americana, estava na África lá encontrou um pequeno vilarejo, que lá basicamente todos foram transformados em zumbis, exceto um menino, estes zumbis não estavam agindo por força própria, Alguém estava controlando eles, mais tarde viram que o menino estava com mordida no braço, entenda a criança era imune ao vírus, ao incrível acontece com quem é imune ao vírus, consegue não controlar o vírus, mas também controlar as pessoas, obviamente o governo dos Estados Unidos, viu um potencial nisso, o de sempre super-soldados, mas o menino não estava gostando dos testes que estavam feito nele, então ele estava matando os cientistas, então atiraram nele antes que ele matar-se todo mundo, por isso um imune é muito pior do que um não imune, eles basicamente com um poder de deus na mão, é sô isso que eu sei sobre o vírus.
- Obrigado pela informação - disse o Robson.
Deu um soco na pessoa de terno o deixando inconsciente.
- Agora já sabemos de tudo.
Todos nós voltamos para a casa, que a Julie, recomendou para ficarmos, estávamos todos sentados exceto a Julie, ela ficava andando de um lado para o outro, então fui em direção.
- O que você está pensando? - Eu disse isso.
- É sobre o que ele falou sobre o menino - Disse a Julie.
- É eu sei o pobre menino foi morto por eles.
- Não é isso o que eu quero dizer.
- Então o quê?
- É que ele falou que o menino era capaz de controlar os zumbis.
- O que tem isso?
- A Roberta falou que o nosso "amigo" estava controlando um menino para falar por eles, isso claramente significa que essa pessoa foi mordida e se demonstrou imune, podendo controlar os zumbis.
Entendi o que estava na cabeça dela, se o nosso amigo tinha o controle desde o inicio sobre eles, então todo o massacre feito pelos zumbis no supermercado, foi controlado pelo nosso amigo.
- Está dizendo que o nosso amigo matou todos os outros de propósito - Eu disse isso.
- Ele fez com que os zumbis agissem do jeito como eles se comportam em filmes, livros e etc. Escondendo o fato de que ele estava controlando eles o tempo todo, isso quer dizer a morte de todos lá dentro, não é sô coisa do governo é também é culpa dele - disse a Roberta.
- Mas o nosso amigo te salvou - disse o Robson.
- Talvez ele sô tenha me salvado por um motivo, talvez ele achasse que a gente mereça ser salvo.
- Estão se esquecendo de uma coisa - Eu disse isso.
- O quê? - Disse a Julie.
- Uma pessoa que controla as outras, precisa de suas marionetes.
Nesse momento todos ficaram calados, tendo a noção que apesar deles acharem que estão agindo livremente, estão na verdade sendo controlados por outra pessoa.
- Você está dizendo que o nosso "amigo" pode está nos controlando? - Disse o Robson.
- A Roberta falou que o menino nem percebeu que estava sendo controlado por ele.
- Isso é impossível.
- Por quê? O nosso amigo é tão limpo, se o que ele nos contou é verdade, o menino controlava os zumbis, você acha que ele não as outras pessoas de propósito, pense nós estávamos cercados, ele pode ter usado os zumbis para escapar.
- Não seja ridículo.
- Ou ele estava escondido o tempo todo e escapou de lá do mesmo jeito que a gente.
- É uma possibilidade.
- Umas coisas não podem confiar nele.
- Que merda!
Nós escutamos barulho no lado de fora, fui verificar na janela o que era, não conseguia ver nada, um homem de preto chuta a porta, imediatamente a Julie foi correndo em direção a porta, quando viu um homem com um lançador de gás, ela mirou nele e atirou.
Explodindo com o gás na porta, imediatamente todos nos fomos seguindo ela, quando víamos alguém ameaçando atirar na gente não pedíamos tempo e atirávamos logo.
Nós todos estávamos correndo pela fumaça, com a mão no ombro do outro para não se perder, quando conseguirmos sair dela nos escondemos atrás de um carro, vimos quantas pessoas eram.
Quando virmos que eram muitas pessoas para nós enfrentarmos de uma vez, tentamos sair de lá abaixados, sem fazer nenhum barulho quando vimos a primeira esquina, dobramos ela e formos correndo.
Quando estávamos exaustos de correr nós entramos em um restaurante.
- Nós poderíamos ter ficado e lutado - disse o Robson.
- Se ficássemos lá, iria haver um tiroteio que lhe garanto que a gente não ia sair vivo, devo lembrar você que sô a Julie entre nós tem alguma experiência com armas, nós com certeza não iríamos sobreviver.
- Como você quer combater eles?
- Não se ganha um guerra com um combate direto, sempre deve se combater de pouco em pouco está no livro a "a arte da guerra" Sun Tzu.
- Nesse ritmo nós vamos morrer.
- Não exatamente.
- O que você quer dizer com isso?
- O nosso "amigo" pode não está do lado do bem, mas de uma coisa nós sabemos que ele considera esse governo responsável pelo vírus culpado, ele parece ter um efeito mais devastador do que a gente possa fazer.
- Nós temos que atacar.
- Você quer entrar em uma base do governo, matar homens e mulheres que podem ou não ter alguma coisa haver com o vírus, quer mesmo matar vidas inocentes, quer ter esse peso na sua consciência.
- Falando desse jeito.
- Temos que descobrir quem está mandando eles atrás de nós.
- Como vamos fazer isso.
- Julie.
- Sim - disse a Julie.
- Vamos precisar de sua ajuda para saber quem está atrás da gente.
- Eu posso fazer isso.
- Conto com você.
A Julie estava no telefone, tentando conseguir algumas fontes de quem estão nos atacando, através dos contatos dela, estávamos sô esperando uma chance para atacar.
- Bem eu tenho uma boa noticia para vocês - disse a Julie.
- Qual é a boa noticia? - Eu perguntei isso.
- É que basicamente sô tem três bases funcionando agora, antes tinha bem mais, mas você sabe o nosso amigo, está cuidando deles, uma dessas bases é aqui perto podemos atacar eles.
- Seria loucura confiar no nosso amigo cuidar disso? - Disse a Roberta.
- Já esclarecemos que apesar dele ser o nosso aliado, nós não podemos confiar inteiramente nele - Eu disso.
Estávamos saindo do restaurante.
- Acho melhor nos dividirmos - disse a Roberta.
- Acho isso uma péssima ideia - disse o Robson.
- Eles estão procurando um grupo de quatro pessoas dois homens e duas mulheres, se andarmos em grupo, podemos ser facilmente reconhecidos, provavelmente eles matariam a gente antes de nós fazemos alguma coisa.
- Não gostei da ideia de nos separamos, mas o que você falou faz sentido.
Depois da Julie nos dizer onde estava a base mais próxima, fomos em dupla até lá, cada dupla ficava de uma certa distancia um do outro, para se algum de nós corremos perigos, um pode ajudar o outro, fomos eu e a Julie a outra dupla era o Robson e a Roberta, estávamos andando até lá.
- Devo confessar uma coisa? - Eu disse isso.
- O quê?
- Eu sempre tive o pressentimento que o incidente não tinha acabado.
- Você nunca realmente saiu de lá.
- Cada vez que saio de casa me imagino lá.
- O pior o que estamos sofrendo ainda é por causa do vírus, mas de maneira diferente.
- Agora estamos lidando com um ser que é praticamente um deus.
- Um deus não morre com uma bala.
- A pior parte é que eu gostaria, que alguma coisa acontece-se com responsáveis.
- Você concorda com que o nosso "amigo" fez?
- Não.
- Se ele tivesse ficado na dele a gente estaria bem.
- Não, mesmo se ele não agisse a gente ainda não estaria bem a gente nunca esteve bem depois do incidente.
- Entendo.
Chegamos ao local, onde a Julie falou que era uma das bases deles, ficamos vendo as câmeras, prestando atenção para a gente não passar enfrente a elas, com muito cuidado, nós quatro entramos.
- Eu tenho sô uma pergunta, qual é o plano matar todo mundo? - Disse a Roberta.
- Nós vamos atacar, quando tudo tiver limpo, vamos apagar os nossos nomes dos arquivos, para assim eles não nos perseguirem mais.
Estávamos entrando dois homens de pretos, viram a gente, imediatamente a Julie, atirou matando os dois, quando houve os tiros todos nós sabíamos que todos no local, estavam alertados.
Fui vendo alguns deles passando por mim, comecei a atirar neles, eles também estavam atirando, fui para uma mesa derrubei, fiquei usando ela como escudo, depois atirava quando eles atiravam, simplesmente me escondia na mesa.
O Robson pegou um extintor de incêndio, jogou neles depois atirou no extintor, ela explodiu, nós quatro aproveitamos a distração e movemos de lugar, tinha alguns no caminho atiramos neles.
Estávamos andando quando víamos alguém armados e pronto para atirar na gente, atirávamos na hora, estávamos procurando alguém que possa ser o chefe do lugar.
Então do nada, muitos homens de preto apareceram estávamos cercados não tínhamos o que fazer então todos nós levantamos as mãos, O senhor Claus apareceu.
- Então vocês são os sobreviventes do incidente do supermercado? - Disse o Claus.
- Quem deseja saber?! - Eu disse isso
- Vocês me deram um bom tralho.
- Estamos fazendo o nosso melhor!
Ele me dar um soco.
- Você acha que isso é uma brincadeira? - Disse o Claus.
- Está me parecendo.
Ele me dar outro soco.
- Vocês estão condenados dês que o vírus se libertou - Eu disse isso.
- Nós estamos seguros, nós pegamos todos vocês - Disse o Claus.
- Ainda tem mais um lá fora e ele é o pior de nós quatro.
- Vocês me encheram, coloquem-nos numa sala.
Eles colocaram a gente numa sala.
- Eu pensei em um modo para historia acabar, vou te infectar, com o vírus do incidente, para assim você ser a causar da morte - Disse o Claus.
Ele com uma injeção injetam no meu pescoço.
- Seu maldito - Eu disse isso.
O desgraçado me infectou com o vírus zumbi, era isso faltava pouco tempo, a pior parte é que eu iria matar os meus amigos, sendo que eu me preocupava com eles todos os dias.
- Você está bem? - Disse o Robson.
- Eu... Não...
Estava sentindo ao mudar em mim, fechei os meus olhos, deu uma respirada, tudo parecia está normal.
- Tem algo estranho - disse a Julie.
- O que você quer dizer com isso? - Disse o Robson.
- Ele está demorando em virar um zumbi, uma coisa que acontecia rápido.
- Espere o quê?
Ela tinha razão, eu estava me sentindo mal, mas sô que o contrario, eu estava sentindo outra coisa, estava sentindo todos na sala, me virei e olhei na janela da sala e vir o Claus.
- Merda ele é outro imune.
Pessoas de preto tentaram entrar, estava sentindo eles e conseguia para eles, eu sou um imune ao vírus, de repente todo o medo que sentia antes desapareceu eu olhei para o Claus de deu um sorriso.
- Não - Disse o Claus.
Então eu o fiz apontar a arma a arma para a própria cabeça e atirei, matando o desgraçado, depois fiz isso com todos que estavam na base, finalmente a gente estava seguro.
Então fiz outra pessoa abrir a porta, todos nós sairmos de lá então antes de sairmos apagamos todos os arquivos com tinham os nomes da gente, então todos nós sairmos de lá.
- Não acredito que sairmos vivos dessa! - Disse o Robson.
- Eu pensei que a gente ia morrer - Disse a Roberta.
- Como você está se sentindo? - Disse a Julie.
- Estou muito bem.
- Você não vai agir como o nosso amigo.
- Não, eu não preciso.
- Que bom.
- Por um momento pensei que viraria um deles.
- Graças a deus... - A Julie falou isso me beijou na boca.
Todos nós ficamos sem reação até que eu a beijei de volta na boca estava feliz que finalmente está merda acabou.
- Sabe de uma coisa.
- O quê? - Disse a Julie.
- Vamos para a casa.
Enquanto o amigo a pessoa com o capuz, estava andando para a casa, quando tira ele mostra que o amigo era o Lucas a pessoa que trabalhava no supermercado, foi tirar a camisa e no braço dele havia uma marca de mordida, o que acontece é que o zumbi do banheiro o mordeu, depois ele usou todos os outros zumbis como massa de manobra, para os atiradores atirar neles, quando chegava perto dos atiradores, fazia com que eles atirassem-nos outros, assim conseguindo sair do supermercado vivo.
Fim.
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